4º dia da novena à São Maximiliano

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Oração inicial

Ó São Maximiliano, seguidor fidelíssimo do Pobrezinho de Assis, que inflamado de amor a Deus transcorreste a vida na prática assídua das virtudes heróicas e na obras santas do apostolado, volta o teu olhar a nós, teus devotos, que confiamos na tua intercessão. 
Tu que, na perfeita conformidade ao divino Salvador, alcançaste alto grau de caridade para oferecer, em sublime sacrifício de amor, a tua vida para salvar a um irmão prisioneiro, suplique do Senhor a graça que ardentemente te peço... (coloca-se a intenção)
E, animado pelo mesmo ardor de caridade, possa também eu com a fé e com obras testemunhar Cristo aos irmãos, para alcançar contigo a beatificante possessão de Deus na luz da glória. Amém

Por amor à Igreja

Estou aqui para agradecer ao Senhor e a Virgem Imaculada pelo dom da vida e da santidade de São Maximiliano Kolbe. Com ele quero aprender a ser reflexo do amor de Deus para testemunhar aos homens de hoje a caridade e a verdade do Evangelho.

Leitura dos Atos dos Apóstolos:
“Tendo entrado no cenáculo, subiram ao quarto de cima, onde costumavam permanecer. Eram eles: Pedro e João, Tiago, André, Filipe, Tomé, Bartolomeu, Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zelador, e Judas, irmão de Tiago. Todos eles perseveravam unanimemente na oração, juntamente com as mulheres, entre elas Maria, mãe de Jesus, e os irmãos dele.”

“A união entre a Imaculada e o Espírito Santo é assim inexprimível e perfeita que o Espírito Santo age unicamente através da Imaculada, a sua esposa. Como conseqüência ela é a Medianeira de todas as graças do Espírito Santo. Dado que cada graça é um Dom de Deus Pai através do Filho e o Espírito Santo, por isso não existe graça que não pertença à Imaculada, oferecida a Ela, à sua livre disposição”. (SK 634)

1. Na nossa consagração a Maria, é grande a importância da dimensão eclesial. Maria, presente no cenáculo de Jerusalém à espera do Espírito Santo, é mãe da Igreja. O mistério que une Maria à Igreja faz com que a nossa consagração a Maria seja, definitivamente, consagração à Igreja. Viver com Maria pressupõe construir a Igreja; acolher Maria implica na disponibilidade em colaborar com a missão evangelizadora da Igreja.

2. Das catequeses marianas do Papa

O desenvolvimento da reflexão mariológica e do culto à virgem, ao longo dos séculos, contribuiu para mostrar de forma cada vez melhor o rosto mariano da Igreja. Certamente, a Virgem Santíssima está inteiramente ligada a Cristo, fundamento da fé e da experiência eclesial, e a Ele conduz. Por isso, obedecendo a Jesus, que reservou à mãe um papel todo especial na economia da salvação, os cristãos veneraram, amaram e suplicaram a Maria de modo muito particular e intenso. Eles lhe atribuíram uma posição de destaque na fé e na devoção, reconhecendo-a como caminho privilegiado que conduz a Cristo, supremo mediador.
A dimensão Mariana da Igreja constitui, assim, um elemento inegável na experiência do povo cristão.
João Paulo II – 15 de novembro de 1995

Oração final

Ó São Maximiliano, escuta esta oração de louvor e de súplica que te dirijo com confiante devoção. Honro a santidade da tua vida, guiada por intrépida fé no mistério de Cristo, sustentada por uma firme esperança na potência da sua graça, animada de ardente caridade a Deus e ao próximo.
Admiro o sacrifício heróico com o qual ofereceste a tua vida espontaneamente para salvar a vida de um irmão.
Concede-me crer firmemente que a fé em Cristo Senhor é a única vitória que vence o mal, e de poder operar com a coragem dos mártires para o triunfo da justiça, da caridade e da paz. Amém.

Pai Nosso...
Ave Maria...
Glória ao Pai...
Proxima
« Anterior
Anterior
Proxima »
Postar um comentário
Obrigado pelo seu comentário